top of page

Meu parto - relato de experiência

  • 13 de set. de 2017
  • 3 min de leitura

Durante a gravidez, pesquisei muito acerca do parto; me informei e decidi que tentaria o parto vaginal. É importante as gestantes se informarem acerca das vantagens e desvantagens do parto vaginal ou do parto cesárea; a escolha da via parto deve ser feita pela gestante em consonância com a avaliação médica. Segundo Andrade e Botti, a gestação e o parto representam eventos sociais que merecem atenção diferenciada por parte dos profissionais de saúde, pois podem ser caracterizados pela percepção individual em experiência especial no seio familiar e na comunidade. Dessa forma, o poder de decisão quanto à via de parto, seja vaginal ou cesárea, é de fundamental importância para esse momento único da mulher, pois sua opção deverá se dar de forma consciente uma vez que ela esteja esclarecida de todas as dúvidas em relação aos procedimentos adotados na realização do parto.


No dia 08 de janeiro, às 03 horas da madrugada, eu acordei sentido as primeiras contrações; eu sentia como se fossem umas cólicas, e elas estavam ritmadas e aumentando. Meu marido cronometrou o tempo, e o intervalo estava pequeno, a cada 02 ou 03 minutos.


Então decidimos que era hora de ir para o hospital. Pegamos as malinhas (a minha e a de João – é importante deixar tudo arrumadinho) e fomos para o hospital. Chegando lá, fui examinada pelo médico; ele me informou que eu estava com 04 cm de dilatação e o bebê já estava encaixado. Segundo o médico, tudo indicava um parto normal tranquilo, que deveria ocorrer pela manhã.


Fui internada e continuei sentindo as contrações – elas são cólicas bem fortes que vem e vão, são bem ritmadas; você sente a contração e, depois que ela passa, é um alívio, mas, depois de um tempo, você sente de novo.


As contrações foram aumentando até que chegou a um ponto em que ficaram bem mais fortes, então, pedi para chamar o médico, que me examinou novamente, e eu já estava com 08 cm de dilatação, então, ele pediu que me levassem para a sala de parto.


Na sala de parto, a enfermeira sugeriu que eu utilizasse o “cavalinho” – ele é como se fosse uma cadeira de balanço, você vai balançando para aliviar a dor e ajudar no agachamento necessário para o parto. Enquanto utilizei o cavalinho, minha bolsa estourou e, nesse momento, senti a pior contração de todas. Na foto abaixo, pode-se perceber a dor que eu estava sentindo:


Meu marido acompanhou todo o parto, foi muito importante ter o apoio dele nesse momento tão especial!



Depois de um tempo, minha dilatação chegou a 10 cm, e o médico, então, orientou que eu começasse a fazer força – você deve fazer força no momento da contração, essa parte é a mais difícil, pois você tem que tentar pôr força como se fosse fazer cocô (Isso mesmo, algumas mulheres chegam a fazer cocô na hora do parto!). Fui fazendo a força até que consegui, parecia um sonho! João Gabriel veio ao mundo, que momento maravilhoso!



Depois que João nasceu, o médico retirou a minha placenta e costurou os pontos (essa parte doeu também). Levei muitos pontos e, depois de uns dias, eles infeccionaram, mas o médico receitou um antibiótico e tudo ficou bem.


Logo em seguida, colocaram João para mamar, e já saia colostro – como Deus faz tudo perfeito! – Pude amamentar o meu filho já na primeira hora de vida.


Algumas gestantes passam a gravidez se preparando para um parto vaginal, mas, por algum motivo urgente se faz necessário uma cesárea de emergência, isso pode gerar um sentimento de frustração para a mamãe, no entanto, devemos sempre ter em mente que o melhor parto é o mais seguro para a mamãe e o bebê.




Referências:


Andrade, B. P.; Botti, M. L. Anais do Colóquio Nacional de Estudos de Gênero e História – LHAG/UNICENTRO, p.619. Disponível em < http://sites.unicentro.br/wp/lhag/files/2013/10/Briena-Padilha-e-Maria-Botti.pdf.> Acesso em: 17 de out. 2017

Comentários


Quem sou eu

Sou Vanessa Oliveira, casada com Osvaldo Oliveira (Neto). Nós temos um lindo bebê. João Gabriel é o nosso tesouro; veio como um presente de Deus para alegrar ainda mais a nossa família.

Como mãe de primeira viagem, enfrentei muitas dificuldades e angústias e, nos momentos de dúvida, sempre corria para a internet ou buscava informações com outras mães e, por isto, resolvi criar este blog: para compartilhar experiências com outras pessoas.

Moro em Vitória da Conquista - Bahia. Trabalho numa universidade; sou servidora pública. Sou cristã, frequento uma igreja Batista da minha cidade, cujo nome é Igreja Batista Boa Vista.

Meu marido e eu amamos viajar e, por isso, neste blog darei, também, algumas dicas sobre viagens.

Posts Destacados
Posts Recentes
Procure por Tags
  • Instagram - Black Circle
  • Facebook Black Round
bottom of page